O Orvilore não possui uma divindade própriamente dita, e acredita que seu deus está presente em toda a forma de vida. Para os loristas, a vida é o maior das dádivas e deve ser preservada e cultuada.
Segundo a crença, todos os seres vivos são parte do grande Elet, que é uma grande consciência, coletiva, fragmentada e inerente à própria vida.
Os Loristas acreditam que Elet possue um propósito para cada pessoa, que seu destino é traçado em seu nascimento e que ninguém além dela própria pode alterá-lo. Este propósito é desconhecido por cada indivíduo, mas a grande consciência coletiva de Elet tem uma razão para cada coisa.
O Orvilore define a existência de todas as coisas não vivas como sendo obra de Elet, realizada ao longo das eras por seus fragmentos, tendo todo o planeta sido criado desta forma. A vida é considerada sagrada entre os loristas, e tirar a vida de alguém é o maior dos pecados. Os mortos-vivos são considerados abominações pela crença, representando fragmentos que foram corrompidos e não puderam voltar para a essência, Elet.
Seus sacerdotes são pacifistas fervorosos, e defendem que a guerra só levará a destruição da obra de Elet.